domingo, 15 de novembro de 2009

O jeito dele...


O que é que faz a gente se apaixonar por alguém? Mistério misterioso. Não é só porque ele é esportista, não é só porque ela é linda, pois há esportistas sem cérebro e lindas idem, e você, que tem um, não vai querer saber de descerebrados.

Mas também não basta ser inteligente, por mais que a inteligência esteja bem cotada no mercado. Tem que ser inteligente e... algo mais. O que é este algo mais?

Mistério decifrado: é o jeito.

A gente se apaixona pelo jeito da pessoa. Não é porque ele cita Camões, não é porque ela tem olhos azuis: é o jeito dele de dizer versos em voz alta como se ele mesmo os tivesse escrito pra nós; é o jeito dela de piscar demorado seus lindos olhos azuis, como se estivesse em câmera lenta.

O jeito de caminhar. O jeito de usar a camisa pra fora das calças. O jeito de passar a mão no cabelo. O jeito de suspirar no final das frases. O jeito de beijar. O jeito de sorrir. Vá tentar explicar isso.

Pelo meu primeiro namorado, me apaixonei porque ele tinha um jeito de estar nas festas parecendo que não estava, era como se só eu o estivesse enxergando.

O segundo namorado me fisgou porque tinha um jeito de morder palitos de fósforo que me deixava louca ok, pode rir. Ele era um cara sofisticado, e por isso mesmo eu vibrava quando baixava nele um caminhoneiro.

O terceiro namorado tinha um jeito de olhar que parecia que despia a gente: não as roupas da gente, mas a alma da gente. Logo vi que eu jamais conseguiria esconder algum segredo dele, era como se ele me conhecesse antes mesmo de eu nascer. Por precaução, resolvi casar com o sujeito e mantê-lo por perto.

E teve aqueles que não viraram namorados também por causa do jeito: do jeito vulgar de falar, do jeito de rir sempre alto demais e por coisas totalmente sem graça, do jeito rude de tratar os garçons, do jeito mauricinho de se vestir: nunca um desleixo, sempre engomado e perfumado, até na beira da praia. Nenhum defeito nisso. Pode até ser que eu tenha perdido os caras mais sensacionais do universo.

Mas o cara mais sensacional do universo e a mulher mais fantástica do planeta nunca irão conquistar você, a não ser que tenham um jeito de ser que você não consiga explicar.

Porque esses jeitos que nos encantam não se explicam mesmo.
Martha Medeiros

sábado, 7 de novembro de 2009

A praga do homem-tanto-faz

Dizer que um homem não tem atitude é mais ou menos dizer que o cara não tem "pegada". O que é atitude, afinal? Decidir o restaurante onde se vai jantar, o motel onde vocês vão? Para mim, o maior defeito de um homem (e de uma mulher, mas não é disso que se trata) é não ter responsabilidade. Calma, calma. Eu explico. O cara que não quer ter responsabilidade tem uma resposta padrão: "Tanto faz".

Sinceramente, tanto faz? Um sanduíche no McDonalds ou uma pizza? Tanto faz. Vamos a festa? Tanto faz, se você quiser mesmo ir....

Claro, o cara do tanto faz usa muita reticência e deixa propositalmente as respostas em aberto. E nós, as otárias, caímos na armadilha. Prontamente solucionamos a questão. Burrice nossa, que assumimos a responsabilidade pela escolha (tem um tipinho que ainda reclama depois: "humm...essa pizza estava ruim!").

Por isso, elaborei meu próprio manual de relacionamento com o homem-tanto-faz:

1) Deixar claro que quando pergunto, não é mera formalidade. Não tenho a resposta pronta, só esperando que ele diga uma coisa para contrariá-lo depois. Tem mulher que quando o cara responde "Pizza" ela diz "McDonalds é melhor...". São essas as que alimentam a praga do homem-tanto-faz.

2) Se ele responder com outra pergunta, tipo: "O que você prefere?", não cair na armadilha de saber a resposta. Deixar novamente vago, assim: "Gosto dos dois"
.
3) Em casos mais graves, dizer: "Tudo bem, eu vou escolher, mas não aceito reclamações posteriores."

4) Para as reticências - que eu considero piores do que o tanto-faz - ter sempre uma boa resposta, de preferência bem detalhada, porque com toda certeza ele não vai querer ouvir.

Bom, para não perder o costume, algumas piadinhas para vocês, leitoras:

1) Como um homem mostra que tem planos para o futuro?
Quando ele compra 2 caixas de cerveja.
2) Qual a diferença entre um homem e uma manga verde?
A manga amadurece.

3) Por que é tão difícil achar homens bonitos, sensíveis e carinhosos?
Porque normalmente eles já têm namorados.

4) Como se chama uma mulher que sabe onde seu marido está todas as noites?
Viúva.

5) Por que as mulheres casadas são mais gordas do que as solteiras?
A solteira chega em casa, vê o que tem na geladeira e vai para a cama, a casada vê o que tem na cama e vai para a geladeira.

6) Como fazer um homem fazer abdominais?
Pondo o controle remoto entre os dedos do pé.

7) O que existe em comum entre homens que frequentam bares de solteiros?
Todos são casados

8) O homem perguntou a Deus: - Por que você fez a mulher tão bonita?
DEUS: para que você pudesse amá-la.

9) Homem: Mas por que fez ela tão burra?
DEUS: para que ela pudesse amá-lo.

10) Qual a diferença entre a mulher e o homem?
A mulher está sempre pronta para o que der e vier e o homem está sempre pronto para quem vier e der.

sábado, 24 de outubro de 2009

Strip-Tease


Chegou no apartamento dele por volta das seis da tarde e sentia um nervosismo fora do comum. Antes de entrar, pensou mais uma vez no que estava por fazer. Seria sua primeira vez. Já havia roído as unhas de ambas as mãos. Não podia mais voltar atrás. Tocou a campainha e ele, ansioso do outro lado da porta, não levou mais do que dois segundos para atender.

Ele perguntou se ela queria beber alguma coisa, ela não quis. Ele perguntou se ela queria sentar, ela recusou. Ele perguntou o que poderia fazer por ela. A resposta: sem preliminares. Quero que você me escute, simplesmente.
Então ela começou a se despir como nunca havia feito antes.

Primeiro tirou a máscara: "Eu tenho feito de conta que você não me interessa muito, mas não é verdade. Você é a pessoa mais especial que já conheci. Não por ser bonito ou por pensar como eu sobre tantas coisas, mas por algo maior e mais profundo do que aparência e afinidade. Ser correspondida é o que menos me importa no momento: preciso dizer o que sinto".

Então ela desfez-se da arrogância: "Nem sei com que pernas cheguei até sua casa, achei que não teria coragem. Mas agora que estou aqui, preciso que você saiba que cada música que toca é com você que ouço, cada palavra que leio é com você que reparto, cada deslumbramento que tenho é com você que sinto. Você está entranhado no que sou, virou parte da minha história."

Era o pudor sendo desabotoado: "Eu beijo espelhos, abraço almofadas, faço carinho em mim mesma tendo você no pensamento, e mesmo quando as coisas que faço são menos importantes, como ler uma revista ou lavar uma meia, é em sua companhia que estou".

Retirava o medo: "Eu não sou melhor ou pior do que ninguém, sou apenas alguém que está aprendendo a lidar com o amor, sinto que ele existe, sinto que é forte e sinto que é aquilo que todos procuram. Encontrei".

Por fim, a última peça caía, deixando-a nua
"Eu gostaria de viver com você, mas não foi por isso que vim. A intenção é unicamente deixá-lo saber que é amado e deixá-lo pensar a respeito, que amor não é coisa que se retribua de imediato, apenas para ser gentil. Se um dia eu for amada do mesmo modo por você, me avise que eu volto, e a gente recomeça de onde parou, paramos aqui".

E saiu do apartamento sentindo-se mais mulher do que nunca.

domingo, 4 de outubro de 2009

DAR NÃO É FAZER AMOR


Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca...
Te chama de nomes que eu não escreveria...
Não te vira com delicadeza...
Não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar....
Sem querer apresentar pra mãe...
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral...
Te amolece o gingado...
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem
esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.

Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar
o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:
"Que que cê acha amor?".
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho...
É não ter alguém para ouvir seus dengos...
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.

Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar

Experimente ser amado...

"A vida é a arte de tirar conclusões suficientes de dados insuficientes"

Luís Fernando Veríssimo

sábado, 3 de outubro de 2009

É melhor ser SOLTEIRA do que CORNA...

Estava reunida com minhas amigas, quando surgiu o assunto "Traição"... De repente, em meio a várias pérolas, eis que surge mais uma, alguém diz: "é melhor ser solteira do que corna!"...
Pois bem, o tipo de mulher metida a 'namoradinha perfeita' é na verdade a maior chifruda da face da terra. E é ridículo observar como este tipo de mulher se submete a situações, realmente, constrangedoras.
Chegamos a conclusão da existência de dois tipos de chifrudas:
1) A CONFORMADA = paga de namorada certinha, finge que não sabe dos rolos do cara e passa por cima de tudo em nome do 'amor' (que não é reciproco né, por que se fosse ela não seria corna!)
2) A ILUDIDA = sempre acredita no cara, em tudo que ele diz, até nas desculpas mais esfarrapadas, tipo, o namorado liga e diz o seguinte: "Oiiie meu mozão, poxa to tão triste! hoje não vai dar pra gente sair, você não vai acreditar no que aconteceu! Caiu um meteoro na minha rua e um et pousou a nave espacial dele em frente a minha garagem! Então, ta impossível sair de casa! mas você sabe que eu te amo né minha princesa?"
E o pior ainda estar por vir:
É o que eu chamo de CCI ( Cifruda Conformada e Iludida), esta sim é digna de pena...
Bom, depois disso só colocando aqui a 'Constituição das Solteiras':
ART 1º - Eu PEGO, mas não me APEGO!
ART 2º - Sócia não queima sócia... Afinal, somos uma COOPERATIVA!
ART 3º - Figurinha repetida... Não completa álbum! A menos que seja PREMIADA!
ART 4º - "Metades da laranja?”... Só com VODKA!
ART 5º - Dia dos namorados só se comemora num dia... Dia dos solteiros? O resto do ano!
ART 6º - Religião? INGERICANA!
ART 7º - O pra sempre, sempre acaba!
ART 8º - Quem muito pensa...Nada faz!
ART 9º - Sem mentiras, você é solteira!
ART 10 - Namorar sempre tem um lado bom! Ser solteira... Tem milhares!
ART 11 - Se divirta com os errados enquanto não acha o certo!
ART 12 - Não leve a vida tão a sério... Você não sairá vivo dela!
ART 13 - FDS? De 2ª a 2ª!
ART 14 - Quem vive de passado é museu, PORRAAA!
ART 15 - Vai? Vou...pra onde? Não interessa! O Limite é o Céu.

E ai, solteira ou corna hein?! rs

domingo, 20 de setembro de 2009

Essa tal de importância...

Nunca sabemos ao certo quando deixamos de ser importantes.

É triste perceber que quem tanto me importa não olha por mim, apenas me vê. Não altera em nada sua lista de prioridades quando preciso de socorro, atenção. Apenas (depois, sempre depois) desculpa-se. Diz que as coisas estão complicadas. Está constantemente ocupado, atrapalhado. Sempre se sai com ótimos motivos para não ter ido, feito, acompanhado. Conhece meus gostos, minhas neuras, o porquê do riso rasgado. Sabe o número do meu telefone, onde vivo, mas mora num outro universo, do qual não tenho o endereço, nem pertenço: é péssimo notar que sou pouco pra alguém.

E não se trata de desdém, nem de rancor. É mais sutil e menos óbvio, por isso tão doído (sei que o carinho existe, mas anda tímido). Pode até me surpreender com telefonemas, e-mails, conversas à toa, mas não está presente nos momentos críticos da minha vida. Torna-se incomunicável, desaparece. Não fica ao meu lado. Não pega o lenço para que eu possa continuar chorando, sem medo de julgamentos. Não traz da cozinha a garrafa da minha bebida preferida para comemorarmos. Não me abraça quando faltam palavras, não me afaga quando elas não bastam. Sei que aquela pessoa, tal qual a recordo, existiu, só não sei em que ponto deixou de ser real para se tornar um holograma da minha mente. Uma suspeita de surto: será que me enganei desse jeito? Talvez não tenha me enganado, apenas o tempo nos tenha tornado diferentes demais e já não andemos na mesma direção.
Talvez.

A vida acaba nos trazendo, inevitavelmente, amigos assim (que chamamos "amigos" por desconhecimento de termo mais adequado). Amores assim. Pessoas que estiveram conosco, compartilharam e construíram nossa história, mas que, sabe-se lá quando e por que, descompassaram. Alguns até continuam presentes, mas jamais estiveram tão ausentes. Outros fazem questão de dizer o quanto somos importantes, especiais, e eis um alerta que não ignoro: sempre desconfiei de quem fala "Você pode contar comigo", "Qualquer coisa, me liga", "Nunca vou te esquecer". Isso se mostra calmamente, no dia-a-dia, não se legaliza numa promessa. É preciso tempo, e é só com ele que saberei se essas palavras significam algo ou são mera formalidade. Me mostre que eu posso contar com você, não me diga isso.

Talvez percamos o sentido de existir na vida de algumas pessoas, por mais importantes que tenhamos sido (ou que supomos ter sido). Nossa permanência torna-se oca de significado. Desbota. Gradualmente, sumimos. E não há nada de errado nisso. De triste, sim (todo fim é triste), mas não de errado: não dá para exigir ser amado. Errado é mantermos à nossa volta, atrelados a nós por compulsão ou necessidade de companhia, quem não tem mais nada a nos oferecer. Para quem oferecemos tão pouco.

Quantos sinais são necessários até compreendermos que já não nos importamos com alguém?


domingo, 13 de setembro de 2009

Vinte e quatro motivos para ir a uma balada gay (por Tati Bernardi)

-Em primeiríssimo lugar: são as melhores pra dançar. Tanto pela música quanto pela animação da pista.

-Você nunca vai precisar pagar o mico de inaugurar a pista. Festas gays já estão sempre bombando ainda que você chegue cedo. Eles começaram a festejar há mil anos e nunca mais pararam e nem vão.

-Festas gays também nunca acabam, apesar de acabarem sempre em algum lugar ainda mais maluco.

-Só os gays entendem que dançar como uma devassa louca é super divertido e não quer dizer que você está a fim de sexo (muito menos de ser tratada como uma devassa louca).

-Por mais ridículo, insano ou indecente que seja qualquer ato que você cometer, terá sempre alguém fazendo algo pior.

-Se você estiver linda vai causar inveja ao invés de desejo. No fundo, é o que toda mulher prefere.

-Você não precisa ficar na dúvida se o cara é gay. Ele é.

-Se um cara falar que é macho, acredite. Precisa ser macho para ir a uma balada gay.

-Homem idiota briga pra mostrar que é homem (e idiota). Como ali ninguém quer mostrar nada e só se divertir, dificilmente sai porrada. (No máximo uns tapinhas na cara interrompidos quando toca Madonna ou Justin).

-Caminhar um metro sem ter cabelos puxados, ombros cutucados e cintura beliscada é o sonho de qualquer mulher bacana (se você fica contente quando mexem com você na obra você não é bacana e, pior, precisa urgente de um nutricionista).

-As “acéfalas-nasaladas-alisadas-caçadoras-de-namoradinhos-ricos-que-fazem-o-símbolo-de-paz-e-amor-de-ladinho-para-fotos-de-blogs-de-balada-playba” só vão nesses lugares quando estão super deprimidas e costumam vomitar em suas botas de camurça e franginha (e sola vermelha) inviabilizando as mesmas (e você, uma mulher bacana, injustamente mal tratada no colégio por não ser exatamente linda, pode se vingar delas).

-Às vezes, por alguma razão obscura da psique feminina, a sensação de dançar “encoxada” por doze amigos sarados, bem vestidos, cheirosos e felizes, melhora muito a auto-estima, ainda que na cama você termine sempre cercada unicamente por farelos do pacote de Amanditas.

-Estar num ambiente cheio de homens lindos que não te desejam e A CULPA NÃO SER SUA é libertador.

-Ao invés de sair da balada certa (mais uma vez) de que o pai dos seus filhos definitivamente não está numa balada, você já chega na balada com essa certeza. Poupa um tempo precioso.

-É badala pra exorcizar ao invés de ficar pagando de gata. E pagar de gata (empina bunda, chupa a barriga, arrebita os peitos, equilibra no salto, faz cara de mistério...) dá gases.

-Quando você não quer agradar os homens, acaba agradando. Os poucos e valentes (e descolados!) machos da casa certamente vão reparar positivamente em você.

-Toca Friendly Fires, Beck, Amy Winehouse, Basement Jaxx, Daft Punk, Hot Chip, Justice, LCD SoundSystem e o melhor do rock indie do momento numa versão “remix feliz, não se mate ainda”.

-Seu ex namorado não vai estar lá, o que significa que você não vai voltar pra casa querendo morrer (ou com ele, o que é pior). E se ele estiver lá, baby, tá tudo explicado.

-Se todo mundo dançar “moooito” e começar a suar, bicha não fede. No máximo “cheira” almiscarado.

-As poposudinhas de calças apertadas estão seguras: ninguém vai passar a mão na bunda delas. (ou vão mas é pra descobrir se a etiqueta da Diesel é falsa, ou seja, é pro bem).

-Não tem essa coisa machista tosca de “mulher até meia noite paga menos”. Você está lá como um deles, ou vice-versa (fiquei confusa agora).

-Gastar uma fortuna em roupas, sapatos, brincos, maquiagem e cabeleireiro finalmente poderá ser valorizado. (já a calcinha você pode botar aquela de algodão com o elástico esgarçado mesmo, bem mais confortável pra se acabar de dançar).

-Se um cara pedir seu telefone, ele com certeza vai ligar no dia seguinte. Gay adora manter contato (ainda mais se o seu primo tiver ido junto com você).

-Se você encalhar na balada, tudo bem: todas as mulheres a sua volta encalharam também!